domingo, 27 de dezembro de 2009

Mistura de urina humana e cinza serve como fertilizante


A pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas pode ajudar a produzir safras recorde de tomates
29 de setembro de 2009
Foto: National Geographic

Os jardineiros que desejem cultivar com sucesso as suas plantas talvez tenham mais chance de se sair bem caso recorram à ajuda de suas lareiras e vasos sanitários. Uma nova pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas geradas pela queima de madeira pode ajudar a produzir safras recorde de tomates.
De muitas maneiras, as duas substâncias servem como complemento natural uma à outra, explicou o diretor científico do estudo, Surenda Pradhan, cientista ambiental na Universidade de Kupio, na Finlândia (que também pesquisa baterias que geram energia alimentadas por urina).
A urina tem alto teor de nitrogênio, enquanto a cinza gerada pela queima de madeira tem elevado teor de nutrientes que não são encontrados na urina, a exemplo de cálcio e magnésio. A urina humana e a cinza vêm sendo usadas separadamente como fertilizantes já há séculos. Mas até agora ninguém havia estudo a possibilidade de aplicar uma combinação entre elas à tarefa.
Produtividade por meio da urina
Os cientistas fertilizaram diversos pés de tomate cultivados em estufa ¿alguns deles com uma mistura de urina humana e cinzas de bétulas, um segundo grupo com um fertilizante mineral comercial e o último com apenas urina, bem como cultivaram um grupo de tomateiros sem fertilizantes para servir como controle.
As plantas fertilizadas com a mistura de urina e cinzas de madeira geraram quase quatro vezes mais tomates que plantas não fertilizadas. O resultado comparativo é favorável com relação às plantas que foram tratadas com fertilizante comercial, as quais apresentaram rendimento cerca de cinco vezes superior ao das plantas não fertilizadas. Para surpresa da equipe, as plantas que foram fertilizadas apenas com urina se saíram melhor do que aquelas que utilizaram a mistura de cinzas e urina.
Mas os pés de tomate fertilizados com cinzas e urina geraram plantas maiores que os demais grupos, e os tomates que elas produziram apresentavam níveis significativamente mais elevados do nutriente magnésio, que é essencial para a saúde dos ossos, músculos e coração, entre outras funções bioquímicas.
Um grupo de 20 provadores de gosto testou os tomates cultivados com o uso de todos esses métodos, e não encontrou diferenças de sabor entre os diversos grupos.
Processo simples
A melhor parte desse tipo de fertilização é que "se trata de um processo muito simples", disse Pradhan. A urina pode ser recolhida por meio de vasos sanitários ecológicos, que desviam urina para receptáculos apropriados. Ou os horticultores podem simplesmente recolhê-la usando latas.
Os pesquisadores estimam que uma única pessoa poderia fornecer urina suficiente para fertilizar cerca de 6,3 mil pés de tomate ao ano, o que produziria cerca de 2,4 toneladas de tomates. O horticultor só precisava se lembrar de aplicar a cinza três ou mais dias depois da aplicação da urina. Pradhan e seus colegas estão agora tentando implementar o novo método no Nepal, o país de origem do pesquisador.
Preocupações hormonais
Um potencial revés para o método poderia ser o fato de que os produtos farmacêuticos e hormônios excretados na urina humana ¿por exemplo, resíduos de pílulas de controle da natalidade- poderiam ter efeitos adversos sobre as safras, diz Pradhan. Produtos como esse poderiam, entre outras coisas, promover a resistência a antibióticos entre bactérias locais, ou ser absorvidos pelas plantas.
"No entanto, em escala pequena e em uma única família, o resíduo de produtos farmacêuticos presente na urina é muito baixo, e isso pode ser aceitável", afirmou Pradhan. Ele também argumentou que os resíduos de hormônios e de produtos farmacêuticos estão presentes em fertilizantes que utilizam esterco animal há anos, e que estudos anteriores não consideraram que eles pudessem constituir risco para a horticultura.
As constatações do estudo foram publicadas na edição de agosto da revista Journal of Agricultural and Food Chemistry.
Tradução: Paulo Migliacci ME



Casca das árvores filtra a poluição


Por isso, ar é mais puro dentro dos parques do que no entorno
Marcela Spinosa
tese que será defendida em outubro no Laboratório de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostra algo já percebido na prática pelos paulistanos. Nosso organismo está mais protegido da poluição dentro dos parques do que nas extremidades ou fora deles.

O estudo aponta que a concentração de metais pesados no ar é maior nos trechos das áreas verdes próximos a avenidas do que no meio dos parques. O que provoca essa diferença são as árvores, principalmente as do entorno. Elas absorvem os poluentes nas cascas, funcionando como um filtro.

A constatação foi feita pela engenheira florestal Ana Paula Martins, de 34 anos, doutoranda do Laboratório de Poluição da USP, que estudou por quatro anos amostras de cascas de árvores de cinco parques da capital: Trianon e Luz, na região central, Previdência, na zona oeste, e Ibirapuera e Aclimação, na zona sul.

O estudo revela que nenhum deles está imune a pelo menos 11 metais, mas mostra que a concentração desses elementos varia de acordo com a localização de cada parque. O índice de chumbo no Ibirapuera, por exemplo, é de 13,5 mg/kg, enquanto no Previdência, que beira a Rodovia Raposo Tavares, a quantidade é de 3,9 mg/kg.

Para chegar aos índices, a engenheira coletou amostras de cascas da camada externa das árvores que ficavam a 1,5 m de distância do solo. "O ar traz os poluentes, que ficam depositados nas cascas", afirma Ana.

As árvores com maior concentração de poluentes beiram avenidas com grande fluxo de tráfego, como a Avenida Paulista, onde fica o Parque Trianon. Com isso, segundo a engenheira, é possível identificar os tipos de veículos que trafegam próximo a cada área verde e confirmar os efeitos nocivos do tráfego na qualidade do ar.

CONCENTRAÇÃO IDEAL

Ana Paula diz que o escapamento, a freada e o arranque dos carros, que soltam pedaços de pneu, liberam partículas de metais. "Enxofre, zinco, chumbo e cobre vêm da poluição veicular", diz. A dosagem dos metais nas cascas das árvores pode ajudar a listar tipos de poluentes no ar. A Cetesb faz a medição somente dos gases e não indica a sua concentração ideal para evitar males à saúde.

"Encapar as avenidas com cobertura vegetal pode diminuir o impacto da poluição na saúde, além de aumentar a qualidade do ar", explica o professor Paulo Saldiva, médico, pesquisador do Laboratório de Poluição da USP e orientador da tese de Ana, recomendando que a população troque o carro pelo transporte coletivo para melhorar a qualidade do ar.

Inalar metais pesados pode trazer mal-estar tanto imediato, como uma tontura, quanto a longo prazo, como dificuldades de aprendizado, embora não existam estudos suficientes sobre o real impacto desses elementos na saúde humana.

Apesar disso, o que se sabe é que essas substâncias são tóxicas para o corpo. "Elas podem induzir a doenças como câncer e distúrbios neurológicos", afirma o pneumologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Ciro Kirchenchteje. Já algumas partículas grandes de metais ficariam retidas nos pelos do nariz, evitando a sua inalação. "Mesmo assim, podem irritar os olhos e secar a mucosa do nariz."

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Desenvolvimento Sustentável

A intensificação da industrialização, a explosão demográfica, a produção
e o consumo desmedido, a urbanização e a modernização agrícola são alguns
aspectos da evolução histórica das sociedades humanas que geraram
desenvolvimento econômico, mas que resultaram numa degradação ambiental
desenfreada.
Em 1987, a Sra. Gro Harlem Brundtland, coordenando uma equipe da
Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (órgão criado
pela ONU em 1983), publicou o Relatório Nosso Futuro Comum, conhecido
como Relatório Brundtland. Este documento propiciou o debate sobre a
interligação entre as questões ambientais e o desenvolvimento.
O documento fazia um alerta para a necessidade das nações unirem-se
na busca de alternativas para os rumos vigentes do desenvolvimento, a fim de
evitar a degradação em nível planetário. Afirmava que o crescimento
econômico sem melhorar a qualidade de vida das pessoas e das sociedades
não poderia ser considerado desenvolvimento. De forma paralela, o relatório
também mostrava que seria possível alcançar um maior desenvolvimento sem
destruir os recursos naturais, conciliando crescimento econômico com
conservação ambiental.
Nesse relatório, foi definido o conceito de desenvolvimento
sustentável como sendo aquele que atende às necessidades do presente sem
comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas
próprias necessidades.
Em seu sentido mais amplo, a estratégia de desenvolvimento
sustentável visa a promover a harmonia entre os seres humanos e entre a
humanidade e a natureza. A busca do desenvolvimento sustentável requer:
• um sistema político que assegure a efetiva participação dos
cidadãos no processo decisório;
• um sistema econômico capaz de gerar excedentes e know-how
técnico em bases confiáveis e constantes;
• um sistema social que possa resolver as tensões causadas por
um desenvolvimento não- equilibrado;
• um sistema de produção que respeite a obrigação de preservar a
base ecológica do desenvolvimento;
• um sistema tecnológico que busque constantemente novas
soluções;
• um sistema internacional que estimule padrões sustentáveis de
comércio e financiamento;
• um sistema administrativo flexível e capaz de autocorrigir-se.

http://www.economiabr.net/economia/3_desenvolvimento_sustentavel_c
onceito.html (acessado em 05/09/2002).
Postado por Rosi Pinheiro

P + L em contexto

O controle da poluição tem sido um dos maiores desafios ambientais do
mundo atual. O reconhecimento de que a ação do homem contribui para a
deterioração do ambiente natural e dos recursos naturais tem sido comum,
fazendo com que os países, tanto desenvolvidos quanto os em
desenvolvimento, busquem alternativas em relação à restauração do meio
ambiente natural.
Estima-se que 70% de todos resíduos e emissões dos processos
industriais podem ser prevenidos na fonte pelo uso de procedimentos
tecnicamente sadios e economicamente rentáveis (Baas et al., 1992).
Existem vários conceitos e teorias sobre a forma de evitar ou minimizar os
impactos ambientais causados pelo homem. A P+L faz parte deste contexto e
se inter-relaciona com outros conceitos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ecobarreiras / RJ


ECOBARREIRAS


No Rio de Janeiro, a iniciativa “Rio Ama os Rios”, do Instituto Estadual do Ambiente, implanta ecobarreiras de garrafas PET nos rios urbanos para diminuir a quantidade de lixo nas águas. O projeto, que destina os resíduos recolhidos para reciclagem, acaba de implantar mais uma barragem ecológica no Recreio dos Bandeirantes
Débora SpitzcovskyPlaneta Sustentável - 12/08/2009
Com o objetivo de remover e reciclar uma parcela do lixo que flutua, diariamente, nos rios urbanos que deságuam na Baía do Guanabara e no Sistema Lagunar da Barra da Tijuca – composto pelas lagoas de Jacarepaguá e Tijuca –, o Inea – Instituto Estadual do Ambiente implantou, na cidade do Rio de Janeiro, o projeto “Rio Ama os Rios”. A iniciativa consiste em instalar dentro dos rios, em trechos próximos a foz, estruturas flutuantes, chamadas pelos criadores do projeto de “Ecobarreiras”, que são feitas a partir de materiais reciclados, como, por exemplo, garrafas PET. A ideia é conter os resíduos que são despejados nas águas dos rios e encaminhá-los para centros de reciclagem. Para isso, o projeto – que visa, também, gerar emprego e renda para a população que vive no entorno dos rios – oferece treinamento especializado para moradores que queiram se tornar “Ecogaris”, ou seja, atuar na coleta e separação do lixo que fica preso nas ecobarreiras. Os equipamentos e materiais necessários para a atividade – como balança e equipamento de segurança individual – são doados por Cooperativas de Reciclagem. Todo o processo de recepção, separação, pesagem e prensagem dos resíduos coletados é feito pelos Ecogaris nos “Ecopontos” – unidades instaladas próximo a cada uma das Ecobarreiras –, que também compram lixo reciclável dos moradores da região, a fim de incentivar a população a não jogar o lixo em locais inadequados. A partir daí, o material selecionado é enviado para a Febracom – Federação das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis e destinado à reciclagem. Ao todo, o projeto – que recebe apoio de diversas empresas, como, por exemplo, a Haztec –já implantou nove ecobarreiras nos rios urbanos da cidade do Rio de Janeiro, contribuindo para o combate à poluição da Baía do Guanabara e do Sistema Lagunar da Barra da Tijuca. A instalação mais recente foi feita no Recreio dos Bandeirantes, no Canal de Sermambetiba, no início do mês de agosto.

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Natureza
Evelyn Müller
Na horta da paisagista Regina Rotelli, beterraba, alface e couve são cultivadas sem química.
Por um jardim mais saudável

Pronto para desfrutar a vida ao ar livre sem culpa? Para ter uma área externa realmente verde e bem cuidada, escolha plantas nativas, seja criterioso com os materiais, use a água com parcimônia e combata as pragas com fórmulas naturais, fáceis de preparar e que não agridem o meio ambiente

Cynthia Frank e Luciana BenattiEspecial Casa Sustentável* – 08/2009

Não importa se você tem um quintal generoso ou um canto na varanda do apartamento: a presença da natureza em casa inspira um cuidar sem excessos, em equilíbrio com o planeta. Algumas fórmulas caseiras antipragas fazem parte da sabedoria popular e são empregadas por paisagistas e jardineiros como alternativa aos inseticidas químicos (veja as receitas nas próximas páginas). Além dessas soluções menos agressivas de tratamento, há escolhas básicas no projeto que fazem toda a diferença para quem quer ter um jardim ecológico. Um bom começo é optar por plantas nativas. Não apenas espécies do Brasil, mas também do ecossistema no qual o jardim está inserido. "É uma forma de reconstituir a vegetação existente", explica o engenheiro agrônomo e paisagista paulista Maier Gilbert, dando como exemplo a mata Atlântica, que no passado cobria boa parte do nosso litoral. A definição dos materiais também deve levar em conta o impacto ambiental de cada um. Se o projeto prevê a instalação de um deck, vale verificar a procedência da madeira -existem no mercado opções certificadas, fruto de manejo florestal sustentável, ou que empregam espécies de áreas de reflorestamento, caso do pínus. Substitutos como o plástico reciclado são outra boa saída. Nas áreas pavimentadas, o cuidado é evitar a impermeabilização do solo, contribuindo assim para reduzir o problema das enchentes nas grandes cidades. "Uma boa dica são os pisos intertravados de concreto", indica o paisagista. "Como os blocos são encaixados sem rejunte sobre a terra, permitem a drenagem pelos vãos." Por outro lado, o consumo de água deve ser otimizado, se possível com a captação de chuva para irrigação.

QUALIDADE DE VIDA

Mas será que isso é tudo? Há quem acredite que não. "O conceito de sustentabilidade está se expandindo para abranger a melhoria da qualidade de vida", aponta o paisagista paulista Benedito Abbud, que vem pesquisando o assunto. Segundo ele, há 20 anos, a função da área externa era apenas de contemplação. Hoje, ela funciona como ambiente de estar, lazer e até trabalho, graças à internet sem fio. "As cidades estão muito agressivas e as pessoas querem ter um lugar gostoso em casa. Nada melhor do que o jardim."

DEFENSIVOS NATURAIS

Ritual relaxante e de lazer, cuidar pessoalmente do jardim ajuda a liberar o estresse. Mas é preciso se precaver dos produtos nocivos. "Ao tocar as folhas e cheirar as flores, corremos o risco de absorver resíduos de inseticidas pesados", alerta Vanda Bueno, do departamento de controle biológico de pragas da Universidade Federal de Lavras, MG. Também há prejuízos para o ecossistema. "Além de desequilibrá-lo, essas substâncias favorecem o aparecimento de novas doenças." A novidade é que existem pesquisadores empenhados em provar cientificamente a eficácia dos defensivos naturais. "Estamos estudando uma série de combinações", diz o biólogo Francisco Zorzenon, do Instituto Biológico do Estado de São Paulo. Entre os ingredientes que já têm o aval da equipe do pesquisador, estão cravo-da-índia, pó de café, pimenta-do-reino e alho. Como fazer? Coloque 50 g de qualquer um deles de molho em 450 ml de água por 24 horas. Coe em peneira ou papel-filtro e você terá um extrato contra pulgões. [img1]

MEDIDAS SIMPLES PARA PROTEGER AS PLANTAS

Instale comedouros e bebedouros para atrair pássaros. Em troca, eles vêm caçar os insetos daninhos, além de alegrar o ambiente. Insetos benéficos - que costumam desaparecer quando se empregam agrotóxicos - também ajudam no controle de pragas. As joaninhas, por exemplo, se alimentam preferencialmente de pulgões. Algumas plantas são reconhecidas como protetoras: elas repelem pragas, resguardando as espécies mais frágeis cultivadas nas proximidades. Por isso, é sempre bom tê-las no jardim. "Delicadas, as roseiras se beneficiam da convivência com um canteiro de cebolas. Até o perfume das flores fica mais acentuado", afirma a paisagista Aline Najar. Outras que fortalecem as espécies vizinhas: alecrim, alho, arruda, calêndula, camomila, capuchinha, cravo, confrei, gerânio, girassol, malva, menta, sálvia, salsa, trevo e tomilho.

sábado, 16 de maio de 2009

Economia Doméstica – O planeta agradece

Vazamentos
Esta é uma das principais fontes de desperdício de água na residência. Eles podem ser evidentes (como uma torneira pingando) ou escondidos (no caso de canos furados ou de vaso sanitário). Uma torneira mal fechada pode desperdiçar 46 litros de água em um dia. Com uma abertura de 1 mililitro, o fiozinho de água escorrendo será responsável pela perda de 2068 litros de água em 24 horas. No caso de vazamentos em vasos sanitários, verifique se há água escorrendo. Para isso, jogue cinzas, talco ou outro pó fino no fundo da privada e observe por alguns minutos. Se houver movimentação do pó ou se ela sumir, há vazamento. Outra forma de detectar um vazamento é através do hidrômetro (ou relógio de água) da casa. Para tanto, siga os seguintes passos:
· Feche todas as torneiras e desligue os aparelhos que usam água na casa (só não feche os registros na parede, que alimentam as saídas de água).
· Anote o número indicado no hidrômetro e confira depois de algumas horas para ver se houve alteração ou observe o círculo existente no meio do medidor (meia-lua, gravatinha, circunferência dentada) para ver se continua girando.
· Se houver alteração nos números ou movimento do medidor, há vazamento.
· Caso seja viável, instale redutores de vazão em torneiras e chuveiro.
Banho
Ao ensaboar-se, feche as torneiras. Não deixe a torneira aberta enquanto ensaboa as mãos, escova os dentes ou faz a barba. Evite banhos demorados. Reduzindo 1 minuto do seu banho você pode economizar de 3 a 6 litros de água. Imagine numa cidade onde vivem aproximadamente 2 milhões de habitantes. Poderíamos ter uma economia de, no mínimo, 6 milhões de litros.Vaso sanitárioQuando construir ou reformar, dê preferência às caixas de descarga no lugar das válvulas; ou utilize aquelas de volume reduzido. Não deixe a descarga do banheiro disparar (no caso de acionados por válvulas).TorneirasInstale torneiras com aerador ("peneirinhas" ou "telinhas" na saída da água). Ele dá a sensação de maior vazão, mas, na verdade, faz exatamente o contrário.
Louça
Lave as louças em uma bacia com água e sabão e abra a torneira só para enxaguar. Use uma bacia ou a própria cuba da pia para deixar os pratos e talheres de molho por alguns minutos antes da lavagem, pois isto ajuda a soltar a sujeira. Utilize água corrente somente para enxaguar.
Verduras
Para lavar verduras use também uma bacia para deixá-las de molho (pode ser inclusive com algumas gotas de vinagre), passando-as depois por um pouco de água corrente para terminar de limpá-las.
Roupa
Lave de uma vez toda a roupa acumulada. Deixar as roupas de molho por algum tempo antes de lavar também ajuda. Ao esfregar a roupa com sabão use um balde com água, que pode ser a mesma usada para manter a roupa de molho. Enquanto isso, mantenha a torneira do tanque fechada. Enxagüe também utilizando o balde e não água corrente. Se você tiver máquina de lavar, use-a sempre com a carga máxima e tome cuidado com o excesso de sabão para evitar um número maior de enxágües. Caso opte por comprar uma lavadora, prefira as de abertura frontal que gastam menos água que as de abertura superior.Jardins e plantasRegar jardins e plantas durante 10 minutos significa um gasto de 186 litros. Você pode economizar 96 litros se tomar estes cuidados:
· Regue o jardim durante o verão pela manhã ou à noite, o que reduz a perda por evaporação;
· Durante o inverno, regue o jardim em dias alternados e prefira o período da manhã;
· Use uma mangueira com esguicho tipo revólver;
· Cultive plantas que necessitam de pouca água (bromélias, cactos, pinheiros, violetas);
· Molhe a base das plantas, não as folhas;
· Utilize cobertura morta (folhas, palha) sobre a terra de canteiros e jardins. Isso diminui a perda de água;
Água da chuva
Aproveite sempre que possível a água de chuva. Você pode armazená-la em recipientes colocados na saída das calhas ou na beirada do telhado e depois usá-la para regar as plantas. Só não se esqueça de deixá-los tampados depois para que não se tornem focos de mosquito da dengue!
Carro
Substitua a mangueira por um balde com pano para retirar a sujeira do veículo. Lavar o carro com a torneira aberta é uma das piores e mais comuns maneiras de desperdiçar água.
Calçada
Evite lavar a calçada. Limpe-a com uma vassoura, ou lave-a com a água já usada na lavagem das roupas. Utilize o resto da água com sabão para lavar o seu quintal. Depois, se quiser, jogue um pouco de água no chão, somente para "baixar a poeira". Para isto você pode usar aquela água que sobrou do tanque ou máquina de lavar roupas.Mobilize seus amigos e vizinhosSe você mora em apartamento, estimule seus vizinhos a economizar água e cobre vistorias do condomínio. Assim você gasta menos e ainda ajuda ao meio ambiente. Você pode começar clicando em "Enviar para um amigo" (vide acima) e repassando este texto para eles!

Fonte: Idec.org.br

Postado por Rosi Pinheiro
Espaço Socioambiental é novidade da Brasil Offshore - 08/05/2009
Uma das novidades da Brasil Offshore 2009 é o Espaço Socioambiental (SA), uma área de mais de três mil metros quadrados com a missão de ser uma vitrine de sustentabilidade, onde visitantes e expositores da feira conhecerão projetos da área socioambiental na Bacia de Campos, do Brasil e do mundo. O espaço é comandado pela Ong Vida Sustentável, de Macaé. A Brasil Offshore – Feira e Conferência Internacional da Indústria Offshore de Petróleo e Gás – é a terceira maior feira da indústria offshore do mundo, e será promovida de 16 a 19 de junho no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho – Macaé Centro. O evento é organizado pela Reed Exbihitions Alcântara Machado com apoio da Prefeitura de Macaé e do Click Macaé. O espaço terá um balcão próprio de negócios, expositores e apresentação de projetos com a finalidade de estimular o diálogo e incentivar parcerias entre o setor privado e o terceiro setor. Os melhores projetos e cases de sucesso na área de Sustentabilidade concorrerão ao Prêmio Vida Sustentável. De acordo com Glenn Suba, consultor para gestão sustentável de eventos e também fundador do programa Espaço S.A., na área destinada à apresentação de projetos socioambientais, os visitantes e expositores vão aprimorar como será feito o gerenciamento de resíduos da feira, um programa de criação de cooperativas de coleta seletiva em Macaé, educação ambiental, geração de renda e redução do impacto ambiental provocado pelo evento. - A intenção é estabelecer um fórum permanente de discussão do tema -, explica Glenn Suba, diretor da Ong Vida Sustentável. Durante a feira, todos os resíduos serão classificados e reciclados, através de um programa de coleta seletiva de lixo. Além da redução do impacto ambiental, a iniciativa será uma excelente oportunidade para a criação de cooperativas, geração de emprego, renda e, o mais importante, a educação ambiental. A iniciativa foi inaugurada na edição anterior da Protection Offshore, agora, também organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Na Vitrine de Sustentabilidade faremos exposição de projetos e cases de sucesso em sustentabilidade de empresas, universidades, Ong´s e governos e a mostra de tecnologias ambientais nas áreas de energias limpas, construção sustentável e materiais. Quanto ao Balcão de Negócios socioambientais será uma exposição e apresentação dos projetos com a finalidade de estimular o diálogo e incentivar parcerias entre o setor privado e o terceiro setor, revelou o ambientalista Paulo Moraes, co-idealizador do projeto Espaço S.A. e presidente da Ong Vida Sustentável. Fonte: Click Macaé - Catarina Brust
Postado por Rosi Pinheiro